1º Trim. 2014 – Lição 4 – A celebração da primeira Páscoa I

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Escrito por  Caramuru Afonso Francisco

1º Trim. 2014 - Lição 4 - A celebração da primeira Páscoa I

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2014

UMA JORNADA DE FÉ: A formação do povo de Israel e sua herança espiritual
COMENTARISTA: ANTONIO GILBERTO
COMENTÁRIO – EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO DO BELÉM – SEDE – SÃO PAULO/SP                                                                                                                
 ESBOÇO Nº 4
LIÇÃO Nº 4 – A CELEBRAÇÃO DA PRIMEIRA PÁSCOA
                        A Páscoa era o sinal eloquente de que o resgate do ser humano vem através do sangue do Cordeiro.
INTRODUÇÃO
– Na sequência do estudo do livro de Êxodo, analisaremos os capítulos 11 a 13, que nos falam da instituição e da celebração da Páscoa, como também da décima praga, a morte dos primogênitos.
– A instituição da Páscoa é o início da formação de uma cultura própria em Israel e o sinal eloquente de que o resgate do ser humano vem através do sangue do Cordeiro.
I – DEUS ANUNCIA A MOISÉS A MORTE DE TODOS OS PRIMOGÊNITOS
– Em prosseguimento ao estudo do livro de Êxodo, estudaremos hoje os capítulos 11 a 13, que nos trazem a décima e última praga sobre o Egito, a morte dos primogênitos, bem como a instituição e celebração da primeira Páscoa.
– Faraó estava endurecendo cada vez mais o seu coração, a ponto de, mesmo estando o Egito em ruína, ter ameaçado Moisés de morte caso fosse ter com ele uma vez mais (Ex.10:28).
– Após ter saído da presença de Faraó, Moisés recebe uma nova palavra da parte do Senhor. Como é bom servirmos a Deus! Ele nunca nos deixa desorientados. Moisés, ao sair da presença de Faraó, deve ter imaginado que haveria de fazer, agora que o relacionamento com Faraó havia se deteriorado por completo, mas o Senhor não deixou Seu servo sem qualquer orientação.
– O Senhor, então, anuncia a Moisés que ainda ocorreria mais uma praga, que seria a última, quando, então, o povo seria libertado. Além de anunciar que ainda haveria uma praga, o Senhor fez questão de deixar claro a Moisés que o povo deveria sair com toda pressa do Egito, pois sabia Deus, em Sua onisciência e presciência, que Faraó se arrependeria rapidamente de permitir a partida dos hebreus (Ex.11:1).
– Neste conselho que o Senhor dá a Moisés, aprendemos, também, que devemos sempre aproveitar o “tempo de Deus”, ou seja, o momento oportuno. Quando temos a possibilidade de fazer algo para Deus, quando nos vem uma oportunidade, não devemos desperdiçá-la, não deixando para amanhã o que podemos fazer hoje, até porque o tempo não está sob nosso controle e é sempre dotado de um propósito (Ec.3:1).
– O Senhor, então, mandou que Moisés fosse ao encontro do povo de Israel e falasse com ele para que pedisse cada varão a seu vizinho e cada mulher a sua vizinha vasos de prata e vasos de ouro (Ex.11:2).

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