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Educação de berço, a garantia do sucesso!

 

É na contramão do mundo que a Bíblia testifica o velho ditado da vovó: Educação vem de berço!

Se por um lado apregoam o enfraquecimento e até mesmo o fim da instituição familiar, pesquisas e estudos diversos mostram quão importante é a presença dos pais na formação, educação e transformação da criança num cristão e cidadão bem sucedido.

Num cenário de frequentes tragédias envolvendo pessoas públicas, tem merecido destaque a presença e a educação dada pelos pais – ou a falta delas – na criação dos filhos. Exemplos não faltam, desde Michael Jackson até o do jogador de futebol Bruno Fernandes, ex-goleiro do Flamengo.

Longe de querer justificar seus atos e escolhas, a presença ou a ausência dos pais e do que eles transmitem têm impacto marcante nos primeiros anos de vida das crianças. Hoje, aliás, a Ciência afirma que essa influência é ainda mais precoce, estendendo-se até mesmo à fase uterina. Um estudo realizado por pesquisadores da University of South Florida, nos Estados Unidos, e divulgado pelo portal de notícias R7, aponta que a presença da figura paterna ainda durante a gravidez seria responsável pela diminuição da mortalidade durante o primeiro ano de vida do bebê. De acordo com Amina Alio, principal autor do estudo, uma proporção significativa das mortes infantis poderia ser evitada se os pais se envolvessem mais. Crianças com pais ausentes apresentaram mais chances de nascer prematuras, com baixo peso e pequenas para a idade gestacional.

“A PRESENÇA OU A AUSÊNCIA DOS PAIS E DO QUE ELES TRANSMITEM TÊM IMPACTO MARCANTE NOS PRIMEIROS ANOS DE VIDA DAS CRIANÇAS.”

“A antiga frase que virou chavão nos tempos de nossa avó: ‘Educação vem de berço’ é a mais pura realidade, pois isso é comprovado pela Ciência, pela Pedagogia, Psicologia e tudo está na Palavra de Deus. As crianças, desde o ventre, ouvem, sentem, interagem, registram sentimentos que cercam sua vida uterina, e depois de nascerem continuam a se desenvolver de uma forma impressionante e acelerada”, disse a educadora, escritora e pastora de crianças Cláudia Guimarães.

Segundo ela, os adultos tendem a pensar que a primeira infância é uma página em branco na vida do ser humano. “Alguns pensam que criança não entende lá muita coisa, mas é justamente o contrário. É nos primeiros seis anos de vida de um ser humano que se forma a personalidade, onde há janelas de oportunidade para o aprendizado, é onde tudo é sedimentado para a sua estrutura”, disse a pastora, que é autora de diversos livros infanto-juvenis e também mentora de uma campanha de combate à violência infantil.

Talvez por já entender isso, um crescente número de mulheres brasileiras chama a atenção das estatísticas por abandonar o emprego e uma carreira promissora para se dedicar aos filhos. Pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que, na última década, cresceu em 26% o número de mulheres que abriram mão de seus empregos, devido à maternidade. A mesma pesquisa mostra que a maioria das mulheres com filhos está hoje trabalhando (60% do total) e que 70% destas se consideram “muito sobrecarregadas” com o acúmulo dos papéis e culpadas por se sentirem ausentes da rotina dos filhos temendo, assim, prejudicá-los em seu desenvolvimento. Os dados foram divulgados na edição 2173 da revista Veja.

MAIS DO QUE A PRESENÇA…

No entanto, sair do emprego e estar em casa não é o suficiente. Não basta estar apenas de corpo presente. É o tempo de investimento, dedicação e de atitudes intencionais que serão vitais para o bom desenvolvimento da criança. Os filhos precisam, mais do que ouvir, ver nos pais a atitude certa e motivadora para seguir o caminho certo, como ocorreu com Timóteo. A educação baseada nos princípios bíblicos que a mãe e a avó proporcionaram ao jovem discípulo foi tão notável que chamou a atenção do apóstolo Paulo, fazendo-o confirmar a fé que habitava no rapaz (II Tm 1:5).

Em contrapartida, a omissão do sacerdote Eli, com relação à educação e disciplina de seus dois filhos, Hofni e Finéias, custaram-lhe um alto preço. Ele e seus dois filhos morreram, segundo a sentença do Senhor, e a arca da aliança, que ficava sob seus cuidados, foi levada de Israel (I Sm 3, 4). É o próprio Deus que orienta os pais a cuidar e disciplinar seus filhos (Hb 12:5-11). E a educação desde cedo faz a diferença.

O missionário da Jocum (Jovens com uma Missão) Markus Zwahlen é, como se diz, “nascido em berço evangélico”. Seus pais, missionários há mais de 30 anos, criaram Markus e seus dois irmãos ensinando-lhes os princípios do Reino de Deus.

“Acho que a educação se reflete muito no estilo de vida. Vejo muita diferença, por exemplo, entre eu e minha esposa. Ela teve uma educação diferente da minha. Muitos princípios ela só foi aprender depois de grande e por isso ela sempre questionou tudo. Eu já cresci com os princípios bíblicos, recebi como algo natural, como o certo, como a verdade e o único caminho. A criança que cresce com os princípios dentro de casa, quando adulta irá mantê-los. Mas para os outros, ensinar depois é bem difícil. Vai precisar de muito argumento”, disse Markus.

Ele conta que muito do que aprendeu foi por observar o exemplo do pai. “Eu tive a oportunidade de ter um pai que me ensinava o que ele fazia. Ele falava pouco, mas nós aprendíamos ao vê-lo fazer, observando seu testemunho. Hoje, muitas crianças ficam frustradas em fazer o que é certo, porque não vêem seus pais fazendo o mesmo. O pai sabe o que é melhor e cobra isso dos seus filhos, mas tem dificuldade de dar um bom exemplo”, disse o missionário.

Markus é diretor do ministério King’s Kids no Espírito Santo, que tem como objetivo levar a nova geração (crianças e adolescentes) aos pés de Jesus. Dentro das atividades desenvolvidas, estão acampamentos, oficinas, treinamentos e escolas. “Vejo que a solução de muitos problemas está em obedecer àquele simples e já conhecido versículo: ‘Ensina a criança no caminho em que ela deve andar…'(Pv 22:6). Os pais precisam estar dispostos a mudar, a abrir mão do comodismo, da incredulidade. Aí, sim, as coisas vão acontecer”, disse Markus.

A falta do bom exemplo dentro de casa também é apontada pela pastora Cláudia como uma das causas de uma educação ineficaz. “As crianças não usam máscaras como os adultos, elas são o que são. Por isso, uma criança que não vive o Cristianismo dia a dia não tem como fingir no final de semana na igreja. Ela vai ser aquela criança que não tem vontade de orar, de ler a Bíblia, não vai obedecer, vai enfrentar as professoras, pois só tem contato com aquilo uma vez por semana, na igreja. Vida com Jesus é dia a dia e pais tementes e obedientes a Deus, à Sua Palavra, discipulam seus filhos em seus lares e não terceirizam a tarefa para o ministério infantil”, desabafou a pastora.

UMA FAMÍLIA, UM EXEMPLO!

Bem sucedido na vida pública, o deputado estaudal Esmael Almeida construiu seus pilares primeiro dentro de casa. A formação que recebeu de seus pais desde pequeno, na cidade de Vila Velha, contribuiu para que ele formasse uma família de sucesso. Casado há 30 anos, pai de três filhos e avô seis vezes, Esmael não hesitou em abrir mão de sonhos pessoais e investir tempo, dedicação e dinheiro em sua família.

“Esforcei-me para que eles tivessem uma base sólida para enfrentar os desafios da vida profissional. E também foi dentro da família que eles tiveram a formação para serem bons cidadãos, com princípios éticos e morais. Acredito que o mais importante foi a orientação espiritual que tiveram desde pequenos, no lar e na Igreja, aprendendo os valores cristãos contidos na Palavra de Deus”, disse Esmael.

Deputado estadual Esmael Almeida

Como servidor público, militante dos direitos do povo, Esmael vê na família a solução para muitas mazelas que ocorrem na sociedade. Por isso, luta por sua proteção e valorização. “Deus idealizou a família para ser base da nossa felicidade, como ensina o Salmo 128, o qual cita o temor a Deus e a consequente felicidade no lar. Atualmente, vejo que a modernidade vem querendo destruir os valores e princípios da família e do casamento. Existem, por exemplo, projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional que afrontam os valores do Cristianismo para a família. Entendo que, se as famílias estivessem de acordo com o coração de Deus, não teríamos tamanha criminalidade e violência, como existe no Brasil e no mundo. Por isso é que devemos lutar por políticas públicas de proteção e valorização da família, pois, como já disse, ela é base de tudo. Não é invenção do homem, mas criação de Deus”, afirmou o deputado.

Investir tempo de qualidade, buscar a direção de Deus, ser bons exemplos para os filhos é, sobretudo, a função dos pais. “É preciso aprender, principalmente com Deus na sua Palavra, a sermos pais segundo o Seu coração, que conhecem e aplicam os princípios da Palavra de Deus. É preciso estudo, treino, aplicação. Poucos pais vão às palestras e estudos que a igreja proporciona. Não nascemos sabendo, temos que buscar, e temos o manual, que é a Palavra de Deus”, enfatizou a pastora Cláudia.

E quem mais ganha com a observação desses princípios é a família, principalmente os pequeninos. “Acho muito legal quando os meus pais contam pra mim as histórias dos heróis da fé. Eu agradeço a Deus porque Ele orientou meus pais a me ensinarem no caminho certo”, disse a estudante Beatriz Marçal, 10 anos.

A irmã dela, Rafaela Marçal, de seis anos, também tem a mesma opinião. “A Bíblia fala sobre obediência, amor e compaixão. Minha mãe me ensina muitos versículos e eu gosto muito”, contou Rafaela. As duas irmãs são filhas de um diácono da Igreja Nova Vida, em Goiabeiras, Vitória.

No livro de Malaquias, a Bíblia registra a profecia de que os corações dos pais se converterão ao dos filhos e o coração dos filhos se converterá aos pais (Ml 4:6). “Às vezes as pessoas acham que essa profecia vai acontecer de repente. Que assim como muda o tempo e começa a chover, a profecia vai acontecer, de uma hora para outra. Mas para que isso aconteça é preciso muito trabalho. Trabalho e dedicação”, concluiu Markus.

No entanto, ainda que o trabalho seja grande e a dedicação, exaustiva, investir na educação dos filhos nunca é em vão. Estes são segredos para a formação de um cristão genuíno e de um cidadão comprometido com sua sociedade e com sua missão de vida. Missão esta que vai além de sua própria vida, que gera frutos eternos para seus descendentes e para toda a sociedade.

Fonte: Revista Comunhão

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O CASAMENTO AINDA TEM CHANCE?

O casamento ainda tem chance?
Casamento ameaçado. (Foto: Getty)

Um olhar frio, uma palavra áspera, uma respirada nervosa, um grito violento, uma ofensa dura, uma impaciência eliminadora de diálogos, um silêncio gélido que só se encontra no polo norte.

Por Edmilson Ferreira Mendes

O Pequeno Príncipe tem uma frase perfeita para começarmos a falar sobre chance e casamento: “É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo”. Casamento produz chances, inúmeras, de todos os tipos, em todos os tempos. Porém, muitos não aguentam as pressões e jogam fora as chances que a vida conjugal dá por causa de uma tentativa fracassada. E, quando se trata de fracasso, cabe a pergunta: Quem nunca fracassou? Desconheço tal pessoa, e eu, se tivesse um segundo nome, bem poderia ser sr. Fracasso, por conta de todos os fracassos que já experimentei…

Chances, todos gostamos e precisamos. Carecemos ser alvos de tolerância, perdão, recomeço. E carecemos porque erramos. E o lugar onde mais se manifesta nossos erros é no nosso ninho, seja solteiro, seja casado. Se não tiver nenhuma visita é no lar que somos nós mesmos, é no lar que transitamos sem maquiagens, sem penteados, sem roupas bem passadas e combinadas, é no lar que colocamos o pé na mesa, é no lar que não nos incomodamos com as olheiras na hora que acordamos. No lar, enfim, não somos nutella, somos raiz.

E porque somos raiz nos expressamos em estado bruto. É aí que machucamos as pessoas que mais amamos. Um olhar frio, uma palavra áspera, uma respirada nervosa, um grito violento, uma ofensa dura, uma impaciência eliminadora de diálogos, um silêncio gélido que só se encontra no polo norte. Tudo isso são rotinas que se repetem e cansam, e machucam, e maltratam, e, as vezes, matam o prazer, o relacionamento, a esperança. Tudo isso acontece no contexto no qual habitam pessoas que se amam e não percebem que se agridem. Se percebem, na maioria das vezes desaprenderam o caminho do conserto.

E por que tais pessoas estão juntas? Por que insistem? Chances! Poucos lugares no mundo dão tantas chances. O lar é um destes lugares onde somos confrontados e confrontamos, somos humilhados e humilhamos, somos testados e testamos, amaduremos e ajudamos a amadurecer, somos perdoados e perdoamos, somos amados e amamos. Isso são chances! Muitas, inúmeras, todos os dias. Mas, muitos, como dito pelo Pequeno Príncipe, jogam fora por causa de uma tentativa fracassada.

A princípio pode parecer que vivemos um caos. Mas não. O casamento tem muitas chances. E isso é comprovado estatisticamente. No início de 2018, ouvindo a CBN Campinas no carro, uma notícia me alegrou e me indignou ao mesmo tempo, a repórter disse mais ou menos assim: “O número de casamentos formais no Brasil cresceu mais de 30% em 2017, as pessoas ainda continuam acreditando na instituição do casamento”.

Minha alegria é bastante óbvia, o número cresceu. Minha indignação fica por conta do desrespeito com a opção da maioria, “as pessoas AINDA continuam acreditando…”. O número cresceu e continuará crescendo pelo simples fato que a agenda cultural e filosófica que tenta nos fazer engolir o que ela entende como verdade, moderno e correto, simplesmente não consegue emplacar uma alternativa ao projeto de Deus, projeto equilibrado, perfeito e sagrado chamado família.

Não desista. Insista. Persista. No pacote do casamento existem desafios, dores, sofrimentos, mas também felicidades, realizações, prazeres e… chances. Nossa família é nosso refúgio, é nosso “pedaço de céu” onde temos a chance de, através de nossos atos e gestos, glorificarmos o nome de Cristo.

Aquele que é considerado o maior compositor de jazz americano de todos os tempos, o já falecido Duke Ellington, artista com uma brilhante e premiada carreira, deixou um conselho para todos que têm fé nAquele que criou o casamento e acreditam no poder contido por trás de cada nova chance, um conselho que vale para mim, que vale para você: “Um problema é uma chance para você fazer o seu melhor”.

Fonte: Guiame / Extraído:; Seara News

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CELIBATO É COISA DA IDADE MÉDIA, DIZ PADRE FÁBIO DE MELO AO DEFENDER CASAMENTO PARA SACERDOTES

O padre Fábio de Melo é uma das figuras mais populares na Igreja Católica brasileira, assim como um dos mais francos líderes cristãos contemporâneos. Em sua entrevista ao programa The Noite, no SBT, ele se mostrou favorável ao fim da obrigatoriedade do celibato para os sacerdotes de sua denominação.

O tema é um dos mais polêmicos na Igreja Católica, com muitos fiéis questionando a necessidade de que um padre ou bispo seja obrigatoriamente solteiro para exercer o sacerdócio e ministrar.

A discussão cresceu tanto em volume que o próprio papa Francisco admitiu, em 2014, que o celibato não é um dogma de fé, e sendo assim, a discussão a respeito do tema poderia ser feita oficialmente em algum momento.

“Seria interessante ordenar homens casados e o celibato como uma opção de entrega mais radical. O celibato foi uma questão da Idade Média, dos intelectuais, eles casavam com o conhecimento”, opinou o padre Fábio de Melo, de acordo com informações do RD1.

+ Papa Francisco diz que fim da obrigação do celibato “está na agenda”

Danilo Gentili questionou ao padre – que também é cantor e dedica sua carreira artística à divulgação da fé – se ele, com a vida que leva, escolheria se casar em uma eventual queda da obrigatoriedade do celibato para os sacerdotes católicos. A resposta, novamente franca, surpreendeu: “Não, pela vida que eu levo. Não teria condições”, justificou.

Fábio de Melo é um dos padres cantores com maior número de fãs, com diversos veículos de mídia voltados às mulheres abrindo espaço para a cobiça que muitas mulheres nutrem por ele.

Vaidoso, o padre é adepto da prática esportiva, e essa vertente também foi abordada por Danilo Gentili: “Tem mais ou menos 20 anos que comecei uma vida mais disciplinada. O corpo fala do meu estilo de vida. Um padre é alguém que fala de saúde emocional, física e espiritual. Para mim é um exercício de coerência pessoal”, argumentou.

Confira a entrevista do padre Fábio de Melo no The Noite, com Danilo Gentili no vídeo abaixo. Essa versão, com cortes, não mostra as declarações do padre sobre o celibato:

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CONFLITOS PSICOLÓGICOS EM CRIANÇAS AUMENTAM 500% APÓS ADOÇÃO DE IDEOLOGIA DE GÊNERO EM ESCOLAS

A implementação da ideologia de gênero nas escolas causou um aumento de 500% no registro de casos de crianças dizendo-se confusas sobre sua identidade masculina ou feminina. Os números correspondem a um levantamento realizado na Escócia.

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TAXA DE DIVÓRCIOS ENTRE EVANGÉLICOS SE IGUALOU À DO RESTANTE DA SOCIEDADE, ALERTA PESQUISA

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