Incentive a autonomia de pensamento.

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O professor deve orientar seus alunos para que após a leitura da lição tentem reeditá-la com suas próprias palavras. Essa reedição poderá ser feita por escrito ou oralmente. Este exercício faz com que o aluno apreenda e assimile o pensamento central do conteúdo de ensino com mais facilidade. O aluno que pensa com autonomia tem iniciativa, determinação, e está apto para colaborar com o professor e partilhar seus conhecimentos com os colegas. 

Pensar é aprender a ser livre, responsável e honrado. Pensar é esforço e inconformismo, para com o mundo e também para consigo mesmo. Pensar é duvidar e criticar, não de forma altaneira, ou presunçosa, senão por desejo do bem comum. Pensar é ter o tempo de poder fazê-lo. Pensar não é repetir ou reproduzir. Pensar é ativar o que de nobre há no ser humano, porque pensar é também sentir, intuir.


Acerca desse tema, John Dewey, filósofo e psicólogo norte-americano, expressou-se: “O objetivo da educação devia ser ensinar a pensar, e não ensinar o que pensar”.

Foto: Incentive a autonomia de pensamento.   O professor deve orientar seus alunos para que após a leitura da lição tentem reeditá-la com suas próprias palavras. Essa reedição poderá ser feita por escrito ou oralmente. Este exercício faz com que o aluno apreenda e assimile o pensamento central do conteúdo de ensino com mais facilidade. O aluno que pensa com autonomia tem iniciativa, determinação, e está apto para colaborar com o professor e partilhar seus conhecimentos com os colegas.  Pensar é aprender a ser livre, responsável e honrado. Pensar é esforço e inconformismo, para com o mundo e também para consigo mesmo. Pensar é duvidar e criticar, não de forma altaneira, ou presunçosa, senão por desejo do bem comum. Pensar é ter o tempo de poder fazê-lo. Pensar não é repetir ou reproduzir. Pensar é ativar o que de nobre há no ser humano, porque pensar é também sentir, intuir. Acerca desse tema, John Dewey, filósofo e psicólogo norte-americano, expressou-se: “O objetivo da educação devia ser ensinar a pensar, e não ensinar o que pensar”.
Por Marcos Tuler

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