Jovens e Adultos: Lição 11: Deus Escolhe Arão e seus Filhos para o Sacerdócio (DINÂMICA)

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Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
– Cumprimentem os alunos.
– Perguntem como passaram a semana.
– Escutem atentamente o que eles falam.
– Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
– Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 – Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 – Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou e-mail.
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição 11.

7 – Falem: A lição de hoje tem como título “Deus Escolhe Arão e seus Filhos para o Sacerdócio”.

8 – Trabalhem o conteúdo da lição de foram participativa e de forma contextualizada, vejam esta sugestão:
– Escrevam estes nomes no quadro ou cartolina: Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
– Leiam o texto da chamada de Arão e seus filhos para o sacerdócio – Êxodo 28.01.
– Depois, apresentem uma figura de uma veste sacerdotal.

– Agora, apresentem os demais pontos da lição.
– Para concluir e contextualizar o tema para a vida dos alunos,  utilizem uma das dinâmicas: Minha Vida em Dois Atos” ou “Com a Mão na Massa”. Se preferir, ainda sugiro o texto de reflexão “O Homem das Bíblias”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Minha Vida em Dois Atos

Objetivo: Oportunizar aos alunos momento de reflexão sobre sua história de vida, seu chamado e vocação.

Material: 01 envelope, ½ folha de papel ofício e caneta para cada aluno, 01 tubo de cola.

Procedimento:
– Após falar sobre o chamado de Arão e seus filhos para o sacerdócio,  oportunizem aos alunos também a oportunidade de refletir sobre sua história de vida, seu chamado e vocação.
– Entreguem para os alunos ½ folha de papel ofício e falem que ela representa nossa vida. O tempo vai passando e a vida nos traz marcas.
Agora peçam para que eles amassem o papel. Depois, peçam para que abram.
Então, orientem para que os alunos escrevam alguns fatos, isto é, acontecimentos que marcaram a vida deles, antes da conversão.
– Depois, dobrem o papel em 04 partes e solicitem para que abram.
Perguntem: O que vocês estão vendo?
Há o formato de uma cruz.
Então falem que a nossa vida tem dois momentos, um antes da conversão e outro quanto aceitamos Cristo como salvador. Mudando nosso modo de viver.
Em seguida, peçam para que coloquem o papel amassado dentro do envelope e fechem-no com cola.
– Falem que esta ação representa o passado. Agora, leiam II Co 5. 17  “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”.
– Agora, na parte da frente do envelope, representando o tempo presente, os alunos deverão escrever seu nome e alguns fatos que são relevantes após a conversão, como por exemplo: mudança na vida pessoal, familiar e espiritual, batismo com o Espírito Santo, descoberta de talentos, recebimento de dons, uma chamada especial, atuação na obra de Deus  etc.
– Para concluir leiam I Co 7.20.
Ideia original da utilização do papel amassado desconhecida
Elaboração desta versão por Sulamita Macedo.

Dinâmica: Com a Mão na Massa

Objetivo: Refletir sobre o serviço cristão.

Material: ½ folha de papel ofício e caneta para cada aluno.

Procedimento:
– Entreguem a metade da folha de papel ofício para cada aluno.
– Solicitem para que façam o desenho de uma de suas mãos, contornando-a com a caneta.
– Falem que a mão representa “trabalho, serviço, ação, atividade”.
– Peçam para que os alunos escrevam:
Dentro da mão: Aquilo que estão realizando na obra do Senhor.
Fora da mão: Aquilo que desejam realizar.
– Leiam ou cantem com os alunos a 1ª estrofe do hino da Harpa Cristã no. 394:
“Quem sua mão ao arado já pôs, constante precisa ser; o sol declina e, logo após, vai escurecer. Avante, em Cristo pensando, em oração vigiando, com gozo e amor trabalhando, p’ra  teu Senhor”.
– Leiam ainda: I Co 12.5 a 7, I Co 4.2 e Sl 100.02
– Para concluir, façam uma oração pelos alunos apresentando o desejo de cada aluno em servir na obra do Mestre e que sejam capacitados pelo Espírito Santo.
Por Sulamita Macedo.

Texto de Reflexão: O Homem das Bíblias
                  Quando o grupo de jovens da igreja de Ricardo precisou de Bíblias para estudo, ele foi em busca de mais de 70 exemplares. Ele conseguiu o que eles precisavam, mas nunca parou de coletar e distribuir Bíblias.
                Pessoas e empresas doam dinheiro. Outros lhe dão Bíblias novas e usadas para compartilhar. O lema, escrito na van que ele usa para seu ministério, explica o seu simples desejo: “Precisa de uma Bíblia? Peça-me uma”. Ricardo é uma pessoa simples, um técnico em instalações hidráulicas e de aquecimento que faz esse ministério em seu tempo livre. Seu apelido na igreja é “o homem das Bíblias”.


                Você alguma vez desejou ter um ministério especial, como o de Ricardo? O Senhor deu a cada um de nós pelo menos um dom espiritual, a ser usado para os propósitos de seu reino. O apóstolo Paulo faz uma lista de diversos dons, em I Coríntios 12 e Romanos 12, e alguns são mencionados em I Pedro 4.9 a 11.
                Se você não sabe que dons você tem, trabalhe como voluntário num ministério de sua igreja que lhe interesse, ou supra alguma necessidade da qual alguém lhe falou. Então pergunte a si mesmo se você viu Deus fazer a obra através de você, e se teve alegria enquanto servia. Pergunte a colegas cristãos se eles acham que você tem um talento em alguma área. Peça que o Senhor o ajude a determinar onde você encaixa nos planos dele.
                O Senhor quer usar você também.
Fonte: Nosso Andar Diário(16.07.2011) 

Texto Pedagógico:
Participação do aluno na aula da EBD
Um novo olhar para uma velha questão

        A participação do aluno no processo de ensino e aprendizagem é condição fundamental para que haja construção do conhecimento, sendo então necessária a tomada de decisão por parte do docente para que proporcione ao aluno, formas diferentes de participar do ato de aprender.
            Neste texto, tecerei algumas considerações especificamente sobre a participação do aluno nas aulas da EBD(Escola Bíblica Dominical).
            Geralmente, as aulas da EBD são ministradas através do método expositivo, isto é, o professor transmite o saber e os alunos escutam… escutam… de forma passiva aquilo que o professor deseja transmitir, sem promover de fato a participação dos discentes no processo.
Reconheço que é quase impossível fugir da aula expositiva. Como assim? Então, parece um contrassenso escrever este texto, não é? Mas, vejamos os caminhos para melhorar este quadro. Este método, quer queira ou não, é utilizado de forma frequente, mas há possibilidades de utilizá-lo com criatividade.
A unilateralidade do ensino centrado no professor é um dos pontos negativos mais agravantes deste método. Sendo assim, é possível modificar esta situação, agregando a ele outros métodos e recursos para potencializar o ensino e a aprendizagem, oportunizando ao aluno uma participação ativa.


Promover experiência participativa nas aulas requer inicialmente tomada de consciência por parte do professor da importância deste ato para a aprendizagem, ou melhor, mudança de paradigma da aula de Escola Dominical, tradicionalmente e historicamente executada de forma não participativa.
Romper com a cultura da não participação, do silêncio e da imobilidade requer questionamento da prática docente e de resultados. É um ato desafiante, individual e até provocativo, pois nem todos que compõem o corpo docente vão aderir a este modo participativo de ministrar aulas na EBD, criticando até seu modo de ensinar.
Afinal, quais as possibilidades de participação dos alunos na aula da EBD? Já foi dito anteriormente, que há necessidade e possibilidade de agregar outros métodos e recursos de ensino à aula expositiva. Veja alguns exemplos:
– Trabalhar com projetos;
– Divisão de grupos;
– Debates;
– Encenação, esquete;
– Perguntas e respostas;
– Estudo de caso;
– Dinâmicas;
– Oportunizar o aluno para fazer perguntas, tirando dúvidas;
– Realizar leitura individual e compartilhada de versículos e outros textos;
– Depoimentos dos alunos, relatos de experiências;
Concluindo, desejo aqui ainda me reportar ao que já escutei, quando alguém é questionando quanto ao modo de ensinar sem participação dos alunos, ao dizer: “Mas sempre foi assim!”. Sempre foi assim e você considera que está dando certo? Certo para quem? Fácil para quem? Sempre foi assim porque alguém ainda não rompeu com o modelo que vem sendo copiado ao longo dos anos, mas que precisa ser reinventado, pois não cabe mais este modelo para os ideais de um ensino participativo, que promove aumento da retenção da aprendizagem da Palavra de Deus, forma o caráter cristão e transforma vidas.  Não é difícil de executar, difícil é iniciar, pois há quebra de padrões estabelecidos. Comece por você e contagie seus colegas!


Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

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