Adultos Lição 5: O Reinado de Acazias

Data: 01 de Agosto de 2021

VÍDEO DE APOIO

Notas de Aula — Lição 5.

TEXTO ÁUREO

Tenha já fim a malícia dos ímpios, mas estabeleça-se o justo; pois tu, ó justo Deus, provas o coração e a mente.” (Sl 7.9).

VERDADE PRÁTICA

A coragem de Elias é exemplo e incentivo para os que são chamados a pregar e a exortar segundo a Palavra de Deus, independentemente de classe, raça ou credo.

LEITURA DIÁRIA

Segunda — Js 1.9

Deus sempre está com os seus, por isso, não há o que temer

Terça — 1Co 16.13

O Senhor conta com homens e mulheres de coragem

Quarta — 1Co 10.7

A idolatria deve ser banida

Quinta — 2Tm 1.7

Deus deu aos seus o espírito de poder

Sexta — Jn 2.8

A misericórdia de Deus é desprezada quando se buscam coisas vãs

Sábado — 1Cr 16.25,26

Somente o Senhor deve receber todo louvor e glória

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Reis 1.1-8,13-17.

1 — E, depois da morte de Acabe, Moabe se revoltou contra Israel.

2 — E caiu Acazias pelas grades de um quarto alto, que tinha em Samaria, e adoeceu; e enviou mensageiros e disse-lhes: Ide e perguntai a Baal-Zebube, deus de Ecrom, se sararei desta doença.

3 — Mas o anjo do SENHOR disse a Elias, o tisbita: Levanta-te, sobe para te encontrares com os mensageiros do rei de Samaria e dize-lhes: Porventura, não há Deus em Israel, para irdes consultar a Baal-Zebube, deus de Ecrom?

4 — E, por isso, assim diz o SENHOR: Da cama, a que subiste, não descerás, mas sem falta morrerás. Então, Elias partiu.

5 — E os mensageiros voltaram para o rei, e ele lhes disse: Que há, que voltastes?

6 — E eles lhe disseram: Um homem nos saiu ao encontro e nos disse: Ide, voltai para o rei que vos mandou e dizei-lhe: Assim diz o SENHOR: Porventura, não há Deus em Israel, para que mandes consultar a Baal-Zebube, deus de Ecrom? Portanto, da cama, a que subiste, não descerás, mas sem falta morrerás.

7 — E ele lhes disse: Qual era o trajo do homem que vos veio ao encontro e vos falou estas palavras?

8 — E eles lhe disseram: Era um homem vestido de pelos e com os lombos cingidos de um cinto de couro. Então, disse ele: É Elias, o tisbita.

13 — E tornou o rei a enviar outro capitão dos terceiros cinquenta, com os seus cinquenta; então, subiu o capitão de cinquenta, e veio, e pôs-se de joelhos diante de Elias, e suplicou-lhe, e disse-lhe: Homem de Deus, seja, peço-te, preciosa aos teus olhos a minha vida e a vida destes cinquenta teus servos.

14 — Eis que fogo desceu do céu e consumiu aqueles dois primeiros capitães de cinquenta, com os seus cinquenta; porém, agora, seja preciosa aos teus olhos a minha vida.

15 — Então, o anjo do SENHOR disse a Elias: Desce com este, não temas. E levantou-se e desceu com ele ao rei.

16 — E disse-lhe: Assim diz o SENHOR: Por que enviaste mensageiros a consultar a Baal-Zebube, deus de Ecrom? Porventura, é porque não há Deus em Israel, para consultar a sua palavra? Portanto, desta cama, a que subiste, não descerás, mas certamente morrerás.

17 — Assim, pois, morreu, conforme a palavra do SENHOR, que Elias falara; e Jorão começou a reinar no seu lugar, no ano segundo de Jeorão, filho de Josafá, rei de Judá, porquanto não tinha filho.

HINOS SUGERIDOS

116, 242 e 382 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL

Ressaltar a imprescindibilidade de se ter um relacionamento íntimo com Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

  • I. Descrever a idolatria e a infidelidade de Acazias;
  • II. Assinalar a coragem de Elias;
  • III. Identificar as consequências dos atos de Acazias.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Acreditava-se que Baal-Zebube era um deus que tinha o dom da profecia. Por isso Acazias enviou mensageiros a Ecrom para saber se viveria ou não, após sua queda e consequente enfermidade. Essa atitude de Acazias evidencia a descrença e o desrespeito do rei pelo Deus de Israel. Como Acazias podia ignorar que aquele falso deus era irreal, sem sentido e impotente, e que jamais receberia qualquer resposta sobre seu destino? Como podia fazer de um ídolo mudo e morto, seu oráculo? Converse com seus alunos e mostre o quanto a cegueira e a tolice de certas pessoas as fazem buscar alternativas para servirem a Deus. Só existe um Deus verdadeiro, o Deus de Israel, que responde às nossas dúvidas, incertezas e anseios.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

O reinado de Acazias foi fortemente marcado pela idolatria, assim como o de seus antepassados. Após uma queda da sacada do palácio real e consequente ferimento, Acazias cometeu um ato de infidelidade a Deus ao consultar Baal-Zebube sobre o seu destino. O Senhor, através do profeta Elias, advertiu severamente o rei sobre esse gravíssimo erro, anunciando o decreto de sua morte (2Rs 1.16).

PONTO CENTRAL

A infidelidade leva o nosso relacionamento com Deus à ruína.

I. UM REINADO MARCADO PELA IDOLATRIA

1. O deus de Acazias. Acazias era filho de Acabe e Jezabel e foi sucessor de seu pai no trono de Israel. Acazias venerava o deus Baal-Zebube de Ecrom, uma das cinco cidades dos filisteus, a sudoeste de Canaã. Ao adoecer em razão de uma queda, enviou mensageiros para consultar essa divindade a fim de saber se viveria ou morreria (2Rs 1.2).

2. Acazias segue os passos de seus pais. O reinado de Acazias foi um dos mais difíceis para Israel. Ele é mencionado na Bíblia como um rei que fez o que era mau aos olhos do Senhor e imitou Acabe, Jezabel e Jeroboão. No seu curto reinado de dois anos, conseguiu superar a maldade de seus antecessores. Acazias seguiu o péssimo exemplo de seus pais que certamente não acataram o sábio conselho de Salomão: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele” (Pv 22.6).

SÍNTESE DO TÓPICO (I)

Os erros ou as más condutas cometidas por nossos antecessores não devem ser repetidas.

SUBSÍDIO DIDÁTICO—PEDAGÓGICO

Escreva na lousa ou em um flip-chart a seguinte pergunta: O que significa “fazer o que é mau aos olhos do Senhor”? Dê cinco minutos aos alunos para elaborarem a resposta. Ao cabo do tempo determinado, solicite que cada um, por seu turno, exponha sua resposta. Todas as respostas deverão ser anotadas no quadro. Não importa nesse momento se elas estão corretas ou não. A seguir, leia com eles os textos de 1Rs 11.6; 14.22; 15.26,34; 21.25; 2Rs 3.2. Ao terminarem a leitura, peça a eles que, baseados nos textos lidos, respondam novamente à pergunta inicial. Não deixe de analisar e comparar as duas respostas.

II. ELIAS DESAFIA A ADORAÇÃO A BAAL

1. A corajosa intervenção de Elias. O rei Acazias enviou seus emissários para consultar o falso deus Baal-Zebube. Mas o anjo do Senhor ordenou ao profeta Elias que se encontrasse com eles em Samaria e os exortassem com uma dura palavra: “Porventura, não há Deus em Israel, para irdes consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom?” (2Rs 1.3b).

2. A resposta de Elias aos soldados do rei. Quando o rei ficou sabendo da profecia de Elias, enviou, em três ocasiões diferentes, um oficial com cinquenta soldados para conduzir Elias ao palácio (2Rs 1.9-13). Mas nas duas primeiras vezes, desceu fogo do céu e consumiu todos os soldados e seus capitães (2Rs 1.14). Na terceira vez, todavia, o capitão do agrupamento, temendo pela própria vida e pela de seus soldados, ajoelhado, suplicou ao homem de Deus que lhes poupasse a vida (2Rs 1.13). Por bondade e misericórdia, o Senhor ouviu aquele sincero clamor e ordenou ao profeta que os acompanhassem até o palácio, em segurança (2Rs 1.15).

3. Um ministério de fogo. Elias pode ser chamado de “profeta de fogo”. Em três episódios do seu ministério, Deus enviou fogo do céu: no monte Carmelo com os profetas de Baal (1Rs 18.38); no monte Horebe quando o Senhor visitou o profeta e se manifestou por fogo, embora a presença dele não estivesse nesse elemento (1Rs 19.12) e; quando por duas vezes, o fogo desceu do céu para consumir os soldados e seus capitães (2Rs 1.10-12).

SÍNTESE DO TÓPICO (II)

Servir a Deus e permanecer fiel requer coragem e determinação diante dos desafios e adversidades.

SUBSÍDIO DEVOCIONAL

“O terceiro capitão apresentou-se e se colocou sob a misericórdia de Deus e de Elias. Não lemos que Acazias o ordenou que assim fizesse (seu coração teimoso é tão duro como sempre, tão indiferente ele é para com os terrores do Senhor, tão pouco afetado com as manifestações de sua ira, e, além disso, tão pródigo em relação às vidas de seus súditos, que ele envia um terceiro com a mesma mensagem provocadora a Elias), mas ele se alarmou com o destino de seus predecessores, os quais, talvez, caíram mortos ante a seus olhos. E, ao invés de intimar o profeta, que descesse, caiu diante dele e implorou por sua vida e pela vida de seus soldados, reconhecendo seus próprios deméritos e o poder do profeta (vv.13,14): Seja preciosa aos teus olhos a minha vida. Note: Não se consegue nada lutando com Deus: se formos bem-sucedidos com Ele, será por meio de súplicas. Se não cairmos diante de Deus, devemos nos curvar diante dEle. E aqueles que aprendem a ser submissos com as fatais consequências dos outros, são sábios para seu próprio bem.

[…] Elias faz mais do que atender ao pedido deste terceiro capitão. Deus não é tão severo com aqueles que se colocam contra Ele, mas está pronto para mostrar clemência àqueles que se arrependem e se submetem a Ele. Nunca ninguém agiu em vão ao colocar-se sob a misericórdia de Deus. Este capitão não somente tem sua vida poupada, mas a permissão de cumprir sua tarefa: Elias, sendo assim ordenado pelo anjo, desce com ele ao rei (v.15). Assim, ele mostra que, antes, recusava-se a ir não porque temesse o rei ou a corte, mas porque não seria arrogantemente compelido a fazê-lo, o que diminuiria a honra de seu Senhor. Ele valoriza seu cargo. Ele vem corajosamente ao rei, e lhe diz na cara (agora não importam seus sentimentos) a mensagem que tinha enviado antes (v.16), que deveria certa e prontamente morrer. Elias não alivia a sentença, nem por medo do desprazer do rei, nem por pena de sua miséria” (HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Antigo Testamento:Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, pp.545,546).

CONHEÇA MAIS

“Os monarcas bíblicos serviam tanto de guias políticos como espirituais do povo. Quando um rei não fazia o que era reto diante do Senhor, logo suas ações refletiam nos seus súditos (1Rs 16.30). A religião, portanto, era uma grande caixa de ressonância das ações dos reis hebreus. Nos dias do profeta Elias, as ações de Acabe e sua mulher Jezabel sofreram oposição ferrenha do profeta porque elas estavam pulverizando o verdadeiro culto (1Rs 19.10).” Para saber mais leia: Porção dobrada. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.33.

III. A DOENÇA DE ACAZIAS E A SUA MORTE

1. O julgamento do Senhor contra Acazias. Deus mandou Elias dizer ao rei que ele jamais seria curado ou sairia da cama vivo (2Rs 1.4). Por consequência de sua obstinada idolatria, Acazias estava sentenciado à morte. Ele conhecia as maravilhas que Deus havia operado no meio do seu povo, no passado. Como poderia opor-se a Deus e negligenciar suas leis daquela maneira? Deus não tolera a obstinação daqueles que ouvem sua Palavra e permanecem com a vida deliberadamente entregue ao pecado.

2. A determinação de Elias e a morte do rei. Ao ser convocado à presença do rei pelos oficiais e seus soldados, o profeta não titubeou em repetir o que já havia dito anteriormente aos mensageiros de Acazias: “desta cama, a que subiste, não descerás, mas certamente morrerás” (2Rs 1.16b).

Provavelmente, o acidente ocorrido com o rei afetou sua mobilidade e a falta de medicina adequada naquela época não lhe proporcionou uma boa recuperação. Independente disso, a Palavra de Deus dada ao profeta Elias se cumpriu e o rei Acazias faleceu.

3. As qualidades de Elias. Nesse episódio várias qualidades de Elias são percebidas, tais como: intimidade com Deus; zelo em promover a adoração ao Deus de Israel e em condenar a idolatria; clareza e assertividade em suas sentenças; fidelidade e, além de tudo, a coragem (2Rs 1.9-12). Ainda hoje o Senhor busca homens e mulheres que sejam corajosos e obedientes a fim de serem usados por Ele em sua grande obra.

SÍNTESE DO TÓPICO (III)

Os pecados constantes e a falta de arrependimento podem nos levar à morte física ou espiritual.

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

“Quando de uma séria queda, Acazias ignorou a existência de Elias e enviou mensageiros que consultassem Baal-Zebube, em Ecrom. Elias interceptou esses mensageiros com a solene advertência de que Acazias não se recuperaria. Após diversas tentativas para capturar Elias, tentativas essas que foram rechaçadas, o profeta foi conduzido diretamente à presença do rei. Tal como fizera no caso de Acabe, seu pai, Elias advertiu pessoalmente a Acazias de que o juízo divino lhe sobre- viria, porquanto ele prestara honras a deuses pagãos e ignorara o Deus de Israel. Talvez essa tenha sido a última vez em que Elias compareceu a presença de um rei, porque não se faz menção alguma de associações com Jorão, rei de Israel” (BENTHO, Esdras Costa & PLÁCIDO, Reginaldo Leandro. Introdução ao Estudo do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, p.252).

CONCLUSÃO

O reinado de Acazias foi marcado pela idolatria e pela infidelidade para com Deus. Ele fez o que era mau aos olhos do Senhor ao consultar outros deuses sobre o seu futuro (2Rs 1.2). Era idólatra e infiel para com os mandamentos de Deus. Elias foi o profeta que confrontou as transgressões de Acazias e por esse motivo quase foi preso (2Rs 1.9). Todavia, seguiu em frente, cumpriu sua missão e honrou a Deus (2Rs 1.10).

PARA REFLETIR

A respeito de “O Reinado de Acazias” responda:

Qual deus de Ecrom Acazias venerava?

Baal-Zebube.

Qual foi a advertência que Deus fez ao rei Acazias, através de Elias?

“Porventura, não há Deus em Israel, para irdes consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom?” (2Rs 1.3b).

Como o profeta Elias pode ser chamado? Por quê?

Elias pode ser chamado de “profeta de fogo”. Em três episódios do seu ministério, Deus enviou fogo do céu.

Cite algumas qualidades do profeta Elias.

Intimidade com Deus; zelo em promover a adoração ao Deus de Israel e em condenar a idolatria; clareza e assertividade em suas sentenças; fidelidade e, além de tudo, a coragem (2Rs 1.9-12).

O que Deus quis mostrar com o ministério de Elias?

Que o Senhor é o verdadeiro Deus, que Ele tem controle sobre tudo e abomina a adoração a falsos deuses.

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

O REINADO DE ACAZIAS

Certo teólogo disse que a verdadeira religião é o diálogo entre Deus e o homem. Para esse diálogo acontecer é preciso ter intimidade. A lição desta semana mostra que é imprescindível o crente em Jesus ter um relacionamento íntimo com Deus. Isso significa precaver-se de qualquer ato ou conduta que impeça essa intimidade. Sim, a infidelidade espiritual leva o relacionamento com Deus à ruína. Esse é o pano de fundo da presente lição.

O Resumo da Lição

O primeiro tópico da lição descreve a idolatria de Acazias como um grande empecilho ao relacionamento íntimo com Deus. Como vimos em lições anteriores, a idolatria é um pecado que rompe o relacionamento com Deus. O deus de Acazias era Baal-Zebube de Ecrom. Ele imitou seu pai, Acabe, e fez o que era mau aos olhos do Senhor.

O segundo tópico da lição assinala que devemos ter coragem para conservar a nossa relação com Deus. Elias interveio corajosamente contra todo aquele estado de idolatria. Ele enfrentou os desafios e as adversidades com coragem e determinação. O nosso relacionamento com Deus é um bem que não pode ser perdido.

O terceiro tópico identifica as consequências dos pecados de Acazias. Uma dessas consequências foi o juízo que Deus executou sobre Acazias. Ele falou por meio do profeta que Acazias morreria e assim se cumpriu. Isso é um alerta para o fato de que uma apostasia na vida do crente pode trazer consequências incalculáveis. Não podemos nos enganar.

Aplicação

O nosso relacionamento com Deus é um bem precioso. Por isso, devemos tomar cuidado com a idolatria. Hoje, talvez, a pessoa não cometa idolatria se curvando literalmente diante de uma imagem, mas entronizando valores no coração que se opõem ao Evangelho. Quando Deus não está em primeiro lugar em nosso coração, a idolatria se instala e o nosso relacionamento com Deus se quebra.

Precisamos, como Elias, ter coragem de enfrentar o que pode impedir a nossa relação com Deus. Coragem não é sinônimo de soberba, mas conforme mostra a sua raiz etimológica (pois a palavra vem do termo coração), traz a ideia daquilo que é profundo, central e inegociável. Isso implica ter coragem de não negociar o que é precioso, não se dobrar diante das adversidades.

É preciso, finalmente, deixar claro que o pecado pode destruir a nossa vida com Deus. Não podemos ser condescendentes com ele. Devemos andar sob a direção do Espírito Santo.

 

Fonte: Estudantes da Bíblia

 

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