Adultos Lição 9: Paulo e sua dedicação aos vocacionados

Data: 28 de Novembro de 2021

VÍDEO DE APOIO

TEXTO ÁUREO

Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre o que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.” (At 20.28).

VERDADE PRÁTICA

No Reino de Deus, a liderança mais antiga zela pelas lideranças mais novas. Os jovens vocacionados precisam de cuidado e zelo.

LEITURA DIÁRIA

Segunda — Mt 10.7; Jo 21.15-17

O imperativo de Cristo como ponto de partida

Terça — Gl 1.6; Rm 1.16

A vocação pastoral difere da vocação para a salvação

Quarta — Ef 4.11,12

O Senhor chama e ordena os vocacionados

Quinta — At 20.24; Is 6.8-10

A vocação implica uma impulsão interior

Sexta — 1Sm 3.9

O vocacionado deve estar atento à voz do Senhor

Sábado — Ef 1.17,18

Sabedoria, revelação e iluminação na vida do vocacionado

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 20.17-34.

17 — De Mileto, mandou a Éfeso chamar os anciãos da igreja.

18 — E, logo que chegaram junto dele, disse-lhes: Vós bem sabeis, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, como em todo esse tempo me portei no meio de vós,

19 — servindo ao Senhor com toda a humildade e com muitas lágrimas e tentações que, pelas ciladas dos judeus, me sobrevieram;

20 — como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar e ensinar publicamente e pelas casas,

21 — testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.

22 — E, agora, eis que, ligado eu pelo espírito, vou para Jerusalém, não sabendo o que lá me há de acontecer,

23 — senão o que o Espírito Santo, de cidade em cidade, me revela, dizendo que me esperam prisões e tribulações.

24 — Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.

25 — E, agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o Reino de Deus, não vereis mais o meu rosto.

26 — Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos;

27 — porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.

28 — Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja, que ele resgatou com seu próprio sangue.

29 — porque eu sei isto: que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão o rebanho.

30 — E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.

31 — Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar, com lágrimas, a cada um de vós.

32 — Agora, pois, irmãos, encomendo-vos a Deus e à palavra da sua graça; a ele, que é poderoso para vos edificar e dar herança entre todos os santificados.

33 — De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem a veste.

34 — Vós mesmos sabeis que, para o que me era necessário, a mim e aos que estão comigo, estas mãos me serviram.

HINOS SUGERIDOS

52, 126 e 193 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL

Afirmar o papel cuidador da liderança mais antiga acerca da mais jovem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

  • I. Apontar Éfeso como o ponto de partida do aprendizado dos vocacionados;
  • II. Assinalar o legado doutrinário de Paulo para os novos líderes;
  • III. Enfatizar o apelo de Paulo aos líderes.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Uma das lições mais extraordinárias no ministério de Paulo é o seu investimento pessoal em formar novos obreiros. O apóstolo sabia que ele passaria brevemente, mas a Igreja permaneceria. Ele tinha uma consciência histórica a respeito da obra divina. Essa obra não terminaria nele, pelo contrário, avançaria até a volta de Jesus.

É muito significativo conscientizar-se de que o Reino de Deus é muito maior do que qualquer interesse humano. A obra de evangelização e discipulado não pode parar por falta de novos obreiros. O Senhor chama as antigas lideranças para cuidar das mais novas, pois “grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara” (Lc 10.2).

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Nesta lição, vamos estudar sobre o grande legado do apóstolo Paulo para os obreiros da atualidade. Sua maneira de ensinar os novos vocacionados, seu legado doutrinário para novos obreiros e seus apelos aos líderes para cuidar do rebanho de Deus. Temos muito o que aprender com a vida e o ministério do apóstolo dos gentios. Que o Espírito Santo fale aos nossos corações!

PONTO CENTRAL

A liderança mais antiga deve cuidar das mais novas.

I. ÉFESO, O PONTO DE APRENDIZADO DOS VOCACIONADOS

1. O ponto de partida. Em lição anterior, vimos que Antioquia foi o lugar de desenvolvimento vocacional do apóstolo Paulo (At 13.1). Em Éfeso, o apóstolo permaneceu mais tempo e, por isso, dali surgiu um local estratégico para formar novos discípulos. Assim, preparar seus colaboradores vocacionados para atuar nas igrejas da Ásia era uma tarefa importante, pois o ministério de Paulo já estava mais independente dos apóstolos de Jerusalém, embora não perdesse a comunhão com a igreja mãe. Logo, sem uma boa preparação dos novos líderes, a obra de Deus não pode ser feita com eficácia. É preciso cuidar das novas vocações.

2. Paulo e o despertamento de novas vocações. O ministério de Paulo tomou uma proporção muito ampla. Era um ministério internacional. Para levar as Boas-Novas aos centros culturais do mundo, ele não podia atuar sozinho. Por isso, o apóstolo arregimentou e investiu em pessoas que o auxiliassem a levar o Evangelho. Podemos citar nomes como os de Timóteo, Sópatro, Segundo, Trófimo (At 20.4), Tíquico (Ef 6.21,22; Cl 4.7; 2Tm 4.12; Tt 3.12), Tito, Aristarco (Cl 4.10), Filemom, Gaio e tantos outros. Essas pessoas recebiam ensinos diretamente de Paulo, ou seja, o ministério do apóstolo despertava novas vocações.

3. Paulo, um mestre inspirado. O apóstolo Paulo aproveitou a boa vontade de seus “filhos na fé” para o aprendizado no Evangelho. Nesse sentido, ele tornou-se um mestre inspirado para os que o ouviam (2Co 2.12,13,17; 1Co 4.17; 7.40; Gl 1.8,9), pois o apóstolo recebera revelações do próprio Senhor (Gl 1.12). Assim, Paulo reunia vocacionados para dar-lhes instruções de como pastorear a igreja local. Não por acaso, temos três epístolas paulinas denominadas de “cartas pastorais” (1 e 2 Timóteo, Tito). Ali, há instruções sobre como pastorear uma igreja, falar com diversas pessoas da igreja local, segundo suas faixas etárias. A constituição e a preparação de novos líderes era um cuidado constante do apóstolo. Esse deve ser o nosso cuidado também, pois a estabilidade ministerial da igreja local depende disso.

SÍNTESE DO TÓPICO (I)

Éfeso foi um ponto de partida para o despertamento de novos vocacionados.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Tenha um olhar atento para que tipo de atenção o aluno tem. Temos pelo menos três tipos: a espontânea, a passiva e a voluntária. A espontânea tem a ver com a reação natural em relação aos nossos sentidos como, por exemplo, um susto; a passiva, tem a ver com a reação diante de um objeto em direção ao indivíduo; a voluntária é a que o indivíduo executa por consciência e vontade própria. A classe da Escola Dominical pode ajudar ao aluno a desenvolver essa atenção voluntária tão importante para qualquer área da vida. Para obedecer a Cristo é preciso estar voluntariamente atento aos seus ensinos. Pense em estratégias que resultem no maior envolvimento voluntário do aluno com o conteúdo da lição.

II. O LEGADO DOUTRINÁRIO DE PAULO PARA OS NOVOS LÍDERES

1. A advertência de Paulo a respeito dos judaizantes e dos gnósticos.

a) Quem eram os judaizantes? Durante o ministério de Paulo, muitos judeus acolheram a mensagem apostólica e tornaram-se cristãos, mas nem todos aceitavam a liberdade cristã dos gentios. Por isso, alguns deles torceram o ensino do apóstolo, afirmando que a salvação dos gentios dependia da observância da Lei Mosaica. Assim, exigiam que os gentios convertidos observassem a Lei, tais como alguns aspectos: a prática da circuncisão, a guarda do sábado judaico, a observância dos ritos que envolviam datas e comidas. Parecia que a graça de Deus não era mais suficiente. Contra isso, Paulo se levantou corajosamente (Gl 1.6-9). E o legado que ele nos deixou foi a defesa intransigente quanto à natureza graciosa da salvação. Disso, nenhum líder cristão pode abrir mão: a Salvação é por graça e não por mérito humano.

b) Quem eram os gnósticos? Havia cristãos adeptos do gnosticismo. Eles acrescentavam elementos filosóficos à fé cristã que corrompiam a sã doutrina. Era uma filosofia prejudicial ao evangelho que Paulo ensinou. Os gnósticos se consideravam mais espirituais que os demais. Para eles, o espírito era mais importante que o corpo, e ensinavam que o corpo é matéria imprestável. Da implicação desse ensino resultava a banalização da graça de Deus. Uma graça que não requer arrependimento, santidade e disciplinas espirituais não é graça verdadeira. O apóstolo Paulo refuta esse falso evangelho, dizendo: “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.23). Seu legado para nós no século XXI: não banalize a maravilhosa graça de Deus.

2. O compromisso de Paulo com o Senhor (At 20.19). O apóstolo não se preocupava apenas em lidar com os falsos ensinos que deturpavam a fé cristã. Ele preocupava-se em viver de maneira coerente com o que ensinava. Por isso, sua vida era sem ostentação, pois desejava refletir a humildade de Cristo (At 20.18). Em sua despedida dos obreiros de Éfeso, o apóstolo procurou deixar um testemunho de amor ao Senhor e à sua Igreja. Nesse sentido, aprendemos com Paulo que não podemos pensar numa coisa, desejar e executar outra. Agir assim é viver numa profunda incoerência e confusão espiritual. É preciso pregar os ensinos de Cristo e refleti-los tanto na vida privada quanto na pública.

SÍNTESE DO TÓPICO (II)

A advertência de Paulo a respeito dos judaizantes e dos gnósticos revela compromisso com o Senhor, maior legado do apóstolo às novas gerações.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Judaizantes

Um termo extrabíblico designado àqueles que agiram como judeus e/ou buscavam assim influenciar outros, baseado na acusação de Paulo de que a atitude de Pedro forçaria os gentios ‘judaizarem-se’ (Gl 2.14). Os comentários referem-se a homens como judaizantes que buscavam impor a circuncisão judaica e outros legalismos sobre os gentios como, por exemplo, os ‘falsos irmãos’ que queriam levar toda a igreja para a escravidão da lei (Gl 2.4), e aqueles que ensinavam: ‘Se vos não circuncidardes… não podeis salvar-vos’ (At 15.1). Paulo atacou os judaizantes na Galácia que obrigavam os homens a se circuncidar (Gl 6.12).

Gnosticismo

[…] Atualmente se aceita que o movimento surgiu em um ambiente judaico-cristão. Isto não nega a presença de prováveis elementos pré-cristãos no gnosticismo. […] É evidente que o movimento teve início em um ambiente hebraico-cristão. […] [Os gnósticos Acreditavam em] uma divindade transcendente indescritível, que é puramente espírito” (Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.871,1103).

III. PAULO APELA AOS LÍDERES

1. Sobre o desprendimento do obreiro para realizar a obra de Deus (At 20.24). O apóstolo fala sobre o desapego material na vida do obreiro. O versículo 24 mostra que Paulo tinha o coração livre da avareza e da ganância. Sua vida mostra que o desprendimento das coisas materiais e plena dependência em Deus são características inegociáveis na vida do obreiro cristão. Não podemos nos perder ministerialmente por causa da avareza e da ganância. Lembremos do exemplo de Paulo que procurava não ser “pesado” às igrejas que pastoreava e visitava (2Ts 3.8).

2. Sobre o cuidado pessoal do obreiro (At 20.28). Paulo tinha uma liderança exemplar diante das pessoas, mas ele sabia que isso não bastava. Por isso, no versículo 28, ele diz: “Olhai, pois, por vós mesmos”. Assim, aconselhou os obreiros que olhassem para si mesmos. Às vezes na caminhada ministerial, tendemos passar a ideia de super-homens. Entretanto, a experiência nos ensina que não somos intocáveis pelas circunstâncias externas. É preciso cuidar do corpo, da alma e do espírito. Assim, antes de cuidar do rebanho de Deus, o obreiro deve zelar pela sua saúde física, emocional e espiritual. Portanto, devemos cuidar de nós mesmos para cuidar do povo de Deus.

3. Sobre a ameaça de “lobos cruéis” no rebanho de Deus (At 20.29,30). A metáfora dos “lobos cruéis” se refere aos falsos mestres que incutiam doutrinas estranhas na mente dos incautos. Esses lobos eram predadores espirituais do rebanho de Deus, destituídos de misericórdia e amor. Nesse sentido, o apóstolo convoca os obreiros a terem o compromisso de cuidar de cada ovelha do rebanho, ensinando-a e protegendo-a. Portanto, estejamos atentos contra os predadores que atacam o rebanho do Senhor. Precisamos desempenhar, com fidelidade, o nosso papel de guardiões e protetores do rebanho de Deus.

SÍNTESE DO TÓPICO (III)

O apóstolo Paulo apela para que os obreiros tenham desprendimento material, cuidado espiritual e prudência para fazer a obra de Deus.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Frequentemente, sentimos que a vida é um fracasso, a menos que estejamos alcançando o reconhecimento, a diversão, o dinheiro e o sucesso. Mas Paulo considerava que sua vida não teria valor se ele não usasse para a obra de Deus. O que ele acrescentou à vida era muito mais importante do que aquilo que havia ganho dela. O que é mais importante para você: o que ganha da vida ou o que você acrescenta a ela?

Disposição é uma qualidade necessária a qualquer pessoa que deseje fazer a obra de Deus. Paulo era uma pessoa disposta, e a meta mais importante de sua vida era falar aos outros a respeito de Cristo. Não é de admirar que Paulo tenha sido o maior missionário cristão. Deus procura outros homens e outras mulheres que priorizem a grande tarefa que Ele lhe deu para fazer” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p.1533).

CONCLUSÃO

A vida do apóstolo Paulo deixa um grande legado para os obreiros da atualidade. Sua maneira de despertar novas vocações, sua herança doutrinária para a nova geração de trabalhadores e seu apelo aos obreiros para cuidar do rebanho de Deus são marcos importantes para nortear os ministérios dos vocacionados de Deus. É tempo de desenvolver novas vocações.

PARA REFLETIR

A respeito de “Paulo e sua Dedicação aos Vocacionados” responda:

Em que lugar Paulo permaneceu mais tempo em seu ministério?

Em Éfeso, o apóstolo permaneceu mais tempo.

Quais são as epístolas destinadas ao pastoreio de igrejas?

Não por acaso, temos três epístolas paulinas denominadas de “cartas pastorais” (1 e 2 Timóteo, Tito).

O que os judaizantes procuravam exigir dos cristãos gentios?

Eles exigiam que os gentios convertidos observassem a Lei, tais como: a prática da circuncisão, a guarda do sábado judaico, a observância dos ritos que envolviam datas e comidas.

Qual era a implicação do ensino dos gnósticos?

A implicação desse ensino resultava na banalização da graça de Deus.

O que Atos 20.24 mostra?

Mostra que Paulo tinha o coração livre da avareza e da ganância.

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

PAULO E SUA DEDICAÇÃO AOS VOCACIONADOS

Além de pregar, plantar igrejas, formar discípulos, o apóstolo dos gentios se dedicava ao máximo aos novos obreiros. É tocante como ele trata obreiros novos, como Timóteo e Tito, em suas cartas pastorais. O Espírito Santo inspirou o apóstolo a registrar em cartas tal preocupação para que essa também fosse a preocupação das lideranças contemporâneas. Formar novas lideranças e cuidá-las são responsabilidades das lideranças mais antigas. A vida e o ministério de Paulo nos mostram que esse zelo é um aspecto importante de uma liderança sábia.

Resumo da lição

Neste propósito, o primeiro tópico aponta a cidade de Éfeso como ponto de partida dos vocacionados. A história da Igreja mostra que dali grandes obreiros se desenvolveram na seara do mestre. A despedida carinhosa de Paulo com os anciões de Éfeso mostra o quanto esse cuidado paulino era reconhecido entre os efésios. Não por acaso, a igreja de Éfeso ficou conhecida como a igreja que se destacava no zelo doutrinário. Ou seja, seus obreiros eram muito bem formados.

Com o objetivo de assinalar o legado doutrinário de Paulo para os novos líderes, o segundo tópico destaca advertência de Paulo a respeito dos judaizantes e dos gnósticos em relação à saúde espiritual da igreja. O apóstolo expôs ao longo de seu ministério o quanto era incompatível com a mensagem pura do Evangelho os ensinos dos judaizantes e dos gnósticos. O legado de Paulo nos mostra que salvação é mediante a graça de Deus (advertência contra os judaizantes), mas que essa graça não pode ser banalizada nem profanada (advertência contra os gnósticos).

O terceiro tópico apela aos líderes a respeito do desprendimento material do obreiro para fazer a obra de Deus, sobre o cuidado pessoal do obreiro e quanto às ameaças dos “lobos cruéis”. A vida e o ministério do apóstolo dos gentios ensinam esse modo virtuoso de agir na obra de Deus. É preciso aprender a estar satisfeito com o que Deus nos dá; precisamos nos apresentar a Deus aprovados; é nosso dever agir com prudência em relação aos falsos obreiros.

Aplicação

Há muitos entre nós que se sentem vocacionados por Deus para uma obra. O ministério de Paulo nos ensina que a igreja local, por meio de seus líderes mais maduros, deve cuidar dessas novas vocações com zelo e cuidado. Não se pode deixar essa chama se apagar.

 

 

Fonte: Estudantes da Biblia

 

 

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